A preocupação do GPC com a sociedade que o cerca tem um caráter muito mais que assistencial.
Manguinhos Refinaria, teve sua cidadania empresarial reconhecida pela Câmara Americana de Comércio - AMCHAM, que concedeu o Prêmio Eco 2001 ao projeto da Usina de Cidadania, consagrando-o como melhor do Brasil na categoria Participação Comunitária.
A Câmara Americana de Comércio realiza esta premiação há 19 anos, já o tendo conferido a 100 projetos mantidos por 96 empresas privadas e associações. Em 2001, a câmara recebeu 119 projetos, dos quais foram selecionados apenas cinco.
Os participantes do prêmio ECO são avaliados com base na relevância social do projeto, resultados alcançados, viabilidade e originalidade, possibilidade de disseminação ou replicação e qualidade das aplicações prestadas.
A Apolo deseja cultivar o que cada um tem de melhor. Prova disso está no caminho
dedicado às famílias e, particularmente, às crianças do seu programa social,
o Cultivar. Criado em 1996, o programa oferece oficinas educacionais e cultarais
a menores carentes das comunidades vizinhas de sua fábrica na Pavuna (Rio de Janeiro).
No Cultivar, as crianças têm aula de Inglês, Português, Matemática, teatro,
percurssão, desenho, artesanto, música, voleibol e futebol. Semanalmente, os
responsáveis participam de palestras com temas sobre valores éticos, cidadania
e prevenções para o lar, entre outros. Há ainda turmas para alfabetização
de adultos.
O programa atende quase 100 famílias e aproximadamente 300 crianças, de 0 a 16
anos. A maior parte das pessoas pertence à comunidade Chico Mendes, do Morro do Chapadão,
perto da fábrica Pavuna. Raramente, as crianças cursam apenas uma oficina. A
maior parte delas passa o sábado inteiro nas instalações da empresa, usufruindo de todas as atividades oferecidas.
Para a Synteko não basta centralizar seus esforços no desenvolvimento interno. É preciso estar atento às necessidades da comunidade e contribuir para o desenvolvimento social e humano. Por isso, em 2003, dentre outras iniciativas adotou a Creche Tingüis, em Araucária no Paraná, desde então passou fazer parte da vida da instituição, que atende cerca de 60 crianças em situação de vulnerabilidade social.
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